terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Guerra Fria - Crise dos Mísseis em Cuba

Crise dos mísseis de Cuba, também conhecido como a Crise de Outubro (em
espanhol: Crise de Octubre), Crise do Caribe (em russo: Карибский
кризис) foi um confronto de 13 dias (16-28 outubro de 1962) entre os
Estados Unidos e a União Soviética relacionado com a implantação de
mísseis balísticos soviéticos em Cuba. Além de ter sido televisionada em
todo o mundo, foi o mais próximo que se chegou ao início de uma guerra
nuclear em grande escala durante a Guerra Fria.

Em resposta à
fracassada Invasão da Baía dos Porcos de 1961 e a presença de mísseis
balísticos estadunidenses PGM-19 Júpiter estacionados na Itália e na
Turquia, o líder soviético Nikita Khrushchev decidiu concordar com o
pedido de Cuba para colocar mísseis nucleares em seu território para
deter uma futura invasão estadunidense. Um acordo foi alcançado durante
uma reunião secreta entre Kruchev e Fidel Castro em julho e a construção
de uma série de instalações de lançamento de mísseis começou depois do
verão.

Uma eleição estava em curso nos Estados Unidos. A Casa
Branca negou as acusações de que estava ignorando os mísseis soviéticos a
145 quilômetros do litoral da Flórida. Estas preparações de mísseis
foram confirmadas quando um avião espião Lockheed U-2 da Força Aérea dos
Estados Unidos produziu provas fotográficas claras de instalações de
mísseis balísticos R-12 Dvina e R-14 Chusovaya. Os Estados Unidos
estabeleceram um bloqueio militar para evitar que novos mísseis
entrassem em Cuba e anunciou que não permitiria que armas ofensivas
fossem entregues a Cuba, além de ter exigido que as armas já entregues
fossem desmontadas e levadas de volta à URSS.

Depois de um longo
período de tensas negociações, foi alcançado um acordo entre Kennedy e
Kruschev. Publicamente, os soviéticos desmantelaram as suas armas em
Cuba e as levaram para a União Soviética, sob reserva de verificação das
Nações Unidas, em troca de uma declaração pública dos Estados Unidos de
nunca invadir Cuba sem provocação direta. Secretamente, os Estados
Unidos também concordaram que iriam desmantelar toda a rede de mísseis
Júpiter que foi implantada na Turquia e Itália contra a União Soviética,
mas que não era conhecida pelo público.

Quando todos os mísseis
ofensivos e bombardeiros leves Ilyushin Il-28 foram retirados de Cuba e o
bloqueio foi formalmente encerrado em 20 de novembro de 1962. As
negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética destacaram a
necessidade de uma rápida, clara e direta linha de comunicação entre
Washington, DC e Moscou. Uma série de acordos reduziu drasticamente as
tensões EUA-União Soviética durante os anos seguintes.

A crise
começou quando os soviéticos, em resposta à instalação de mísseis
nucleares na Turquia, Inglaterra e Itália[2] em 1961 e à invasão de Cuba
pelos Estados Unidos no mesmo ano, instalaram mísseis nucleares em
Cuba. Em 14 de Outubro, os Estados Unidos divulgaram fotos de um voo
secreto realizado sobre Cuba apontando cerca de quarenta silos para
abrigar mísseis nucleares. Houve uma enorme tensão entre as duas
superpotências pois uma guerra nuclear parecia mais próxima do que
nunca. O governo de John F. Kennedy, apesar de suas ofensivas no ano
anterior, encarou aquilo como um ato de guerra contra os Estados Unidos.

A Guerra Fria - Causas e Consequências (1946 a 1990)

A Guerra Fria tem início logo após a Segunda Guerra Mundial, pois os
Estados Unidos e a União Soviética vão disputar a hegemonia política,
econômica e militar no mundo.

A União Soviética possuía um
sistema socialista, baseado na economia planificada, partido único
(Partido Comunista), igualdade social e falta de democracia. Já os
Estados unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema
capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e
propriedade privada. Na segunda metade da década de 1940 até 1989, estas
duas potências tentaram implantar em outros países os seus sistemas
políticos e econômicos.

A definição para a expressão guerra fria
é de um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não
ocorrendo um embate militar declarado e direto entre Estados Unidos e
URSS. Até mesmo porque, estes dois países estavam armados com centenas
de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significaria o fim dos
dois países e, provavelmente, da vida no planeta Terra. Porém ambos
acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na
Coreia e no Vietnã.

Paz Armada

Na verdade, uma expressão
explica muito bem este período: a existência da Paz Armada. As duas
potências envolveram-se numa corrida armamentista, espalhando exércitos e
armamentos em seus territórios e nos países aliados. Enquanto houvesse
um equilíbrio bélico entre as duas potências, a paz estaria garantida,
pois haveria o medo do ataque inimigo.

Nesta época, formaram-se
dois blocos militares, cujo objetivo era defender os interesses
militares dos países membros. A OTAN - Organização do Tratado do
Atlântico Norte (surgiu em abril de 1949) era liderada pelos Estados
Unidos e tinha suas bases nos países membros, principalmente na Europa
Ocidental. O Pacto de Varsóvia era comandado pela União Soviética e
defendia militarmente os países socialistas.

Alguns países
membros da OTAN: Estados Unidos, Canadá, Itália, Portugal, Inglaterra,
Alemanha Ocidental, França, Suécia, Espanha (entrou em 1982), Bélgica,
Holanda, Dinamarca, Áustria e Grécia.

Alguns países membros do
Pacto de Varsóvia: URSS, Cuba, China, Coreia do Norte, Romênia, Alemanha
Oriental, Albânia, Tchecoslováquia e Polônia.

Corrida Espacial

EUA
e URSS travaram uma disputa muito grande no que se refere aos avanços
espaciais. Ambos corriam para tentar atingir objetivos significativos
nesta área. Isso ocorria, pois havia uma certa disputa entre as
potências, com o objetivo de mostrar para o mundo qual era o sistema
mais avançado. No ano de 1957, a URSS lança o foguete Sputnik com um cão
dentro, o primeiro ser vivo a ir para o espaço. Doze anos depois, em
1969, o mundo todo pôde acompanhar pela televisão a chegada do homem a
lua, com a missão espacial norte-americana.

Caça às Bruxas

Os
EUA liderou uma forte política de combate ao comunismo em seu
território e no mundo. Usando o cinema, a televisão, os jornais, as
propagandas e até mesmo as histórias em quadrinhos, divulgou uma
campanha valorizando o "american way of life". Vários cidadãos
americanos foram presos ou marginalizados por defenderem idéias próximas
ao socialismo. O Macartismo, comandado pelo senador republicano Joseph
McCarthy, perseguiu muitas pessoas nos EUA. Essa ideologia também
chegava aos países aliados dos EUA, como uma forma de identificar o
socialismo com tudo que havia de ruim no planeta.

Na URSS não
foi diferente, já que o Partido Comunista e seus integrantes perseguiam,
prendiam e até matavam todos aqueles que não seguiam as regras
estabelecidas pelo governo. Sair destes países, por exemplo, era
praticamente impossível. Um sistema de investigação e espionagem foi
muito usado de ambos os lados. Enquanto a espionagem norte-americana
cabia aos integrantes da CIA, os funcionários da KGB faziam os serviços
secretos soviéticos.

A divisão da Alemanha

Após a
Segunda Guerra, a Alemanha foi dividida em duas áreas de ocupação entre
os países vencedores. A República Democrática da Alemanha, com capital
em Berlim, ficou sendo zona de influência soviética e, portanto,
socialista. A República Federal da Alemanha, com capital em Bonn (parte
capitalista), ficou sob a influência dos países capitalistas. A cidade
de Berlim foi dividida entre as quatro forças que venceram a guerra:
URSS, EUA, França e Inglaterra. Em 1961 foi levantado o Muro de Berlim,
para dividir a cidade em duas partes: uma capitalista e outra
socialista.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Guerra Fria - A historia do Muro de Berlim

A divisão da Alemanha

Após a Segunda Guerra, a Alemanha foi
dividida em duas áreas de ocupação entre os países vencedores. A
República Democrática da Alemanha, com capital em Berlim, ficou sendo
zona de influência soviética e, portanto, socialista. A República
Federal da Alemanha, com capital em Bonn (parte capitalista), ficou sob a
influência dos países capitalistas. A cidade de Berlim foi dividida
entre as quatro forças que venceram a guerra: URSS, EUA, França e
Inglaterra. Em 1961 foi levantado o Muro de Berlim, para dividir a
cidade em duas partes: uma capitalista e outra socialista.


Um dia na vida de um Ditador

Especial do History explora a intimidade dos ditadores
'Um Dia na
Vida de um Ditador' narra a trajetória de Stalin, Ildi Amin e Gaddafi.
Como vive um ditador? Pouco se sabe da vida de homens que usaram o poder
com tirania e violência. Para responder a essa curiosidade e muitas
outras, o especial ‘Um Dia na Vida de Um Ditador’, documentário
especial, do canal History, explora a intimidade de tiranos famosos como
Stalin, Idi Amin Dada e Muammar Gaddafi.

O programa tenta
mostrar o dia a dia desses poderosos no poder, o que se passa na cabeça
deles na hora de decidir o destino de milhões e o que leva cada um a
cometer atos de crueldade.

Como secretário-geral do Partido
Comunista e do Comitê Central, Joseph Stalin foi líder da União
Soviética de 1922 até morrer de hemorragia cerebral em 1953. Seu regime
foi responsável pela morte de milhões de pessoas.

O militar Idi
Amin Dada foi o terceiro presidente de Uganda de 1971 a 1979, denunciado
por matar milhares de pessoas em seu governo. Já o ditador Muammar
Gaddafi, acusado de vários crimes contra a Humanidade, governou a Líbia
de 1969 a 2011, quando foi morto em um ataque de combatentes líbios e
carregado como troféu pelas ruas da cidade de Sirte.

Papa Pio XII vs Adolf Hitler

Papa contra Hitler é um docu-drama de duas horas excitante a explorar uma
das histórias menos conhecidas da Segunda Guerra Mundial: o papel do
Vaticano na conspiração para assassinar Adolf Hitler. Nos dias mais
obscuros da Segunda Guerra Mundial, a Basílica de São Pedro foi coberta
com a sombra da suástica. Mas mesmo quando o Führer o cercou, o Papa
estava planejando um contra-ataque secreto. O Pontífice da época da
guerra, Pio XII, foi ridicularizado por seu silêncio público sobre o
Holocausto. Mas as evidências sugerem que seu silêncio pode ter sido um
subterfúgio. E o homem chamado de “o Papa de Hitler” pode, na verdade,
ter querido eliminá-lo. Pio mediou um acordo secreto entre os rebeldes
alemães para encenar um golpe. Enquanto isso, uma rede de espiões da
Igreja colocava o plano em ação. Informantes católicos passavam
mensagens codificadas entre Roma e Berlim, enquanto os conspiradores se
encontravam nas criptas da Basílica de São Pedro. Este é um capítulo
esquecido da guerra. Um espetáculo secreto entre o vigário de Cristo... e
o anticristo. Este é um emocionante documentário que mostra as
histórias menos conhecidas da Segunda Guerra Mundial – o papel do
Vaticano na conspiração para assassinar Adolf Hitler.

Os Mistérios Da Área 51: Invasão Extraterrestre


A loucura Nazista - Ideologia da Raça pura

O nazismo desenvolveu várias teorias a respeito de raças. Afirmavam
poder estipular cientificamente uma hierarquia estrita entre "raças
humanas"; no topo, estava a "raça nórdica", e em seguida, as "raças
inferiores". Na parte inferior dessa hierarquia estavam as raças
"parasíticas", ou "Untermenschen" ("subumanos"), os quais eram
percebidos como perigosos para a sociedade. Os mais baixos de todos na
política racial da Alemanha Nazista eram os africanos, ciganos e judeus.
Ciganos e judeus eram eventualmente considerados Lebensunwertes Leben
("vida indigna de viver"). Os judeus, e posteriormente os ciganos,
tornaram-se cidadãos de segunda-classe, expulsos da Alemanha Nazista
antes de serem confinados em campos de concentração e depois
exterminados durante o Holocausto (ver a descrição de Raul Hilberg das
várias fases do Holocausto). Richard Walther Darré, Ministro da
Alimentação e Agricultura do Reich entre 1933 a 1942, popularizou a
expressão "Blut und Boden" ("Sangue e Solo"), uma das muitas expressões
do glossário da ideologia nazista usadas para reforçar o racismo popular
entre a população alemã.

7 ESTRANHOS COSTUMES QUE EXISTIAM NO EGITO


Egito: Escândalos da Antiguidade

Sinopse: Assassinatos, tramas de roubos, desvios sexuais. Essas não são
manchetes de hoje, são os primeiros escândalos registrados nos antigos
hieróglifos egípcios. "Eles viviam como nós, tinham as mesmas
esperanças, temores, ganância, luxúrias, sentimentos adúlteros". Mas
tanto na época como agora, mas comportamento tinha consequências. São
contos raros que expõem a Terra dos Faraós como nunca se viu. Esses são
os escândalos do mundo antigo.

O Livro dos Mortos do Egito

O
Livro dos Mortos dos egípcios remonta ao período do Novo Império. Seus
textos foram produzidos em rolos de papiro, os quais eram envolvidos em
pedaços do material de que eram elaboradas as múmias. As versões mais
sofisticadas eram compostas de ricos ornamentos tipográficos, conhecidos
como vinhetas.

Este livro continha principalmente preceitos mágicos e
ladainhas que versavam sobre o destino dos que morreram. Ele orientava
as pessoas quanto aos caminhos a seguir para se atingir o reino de
Osíris -- a principal divindade cultuada pelos egípcios, símbolo do
renascimento da alma, de sua imortalidade -, os campos da
bem-aventurança. Ao obedecer às instruções contidas neste sagrado
manual, o Homem tinha condições de atingir um estágio elevado que o
habilitava a se tornar um Espírito Santificado.

Os egípcios, que
adotavam o Politeísmo, ou seja, o culto de vários deuses, encontravam
neste Livro uma relação das adversidades com as quais se deparariam ao
chegar no mundo espiritual, e nele poderiam também descobrir os vários
recursos necessários para triunfar sobre estes obstáculos. Este conflito
é muitas vezes encenado no próprio instante do enterro, revelando -
nesta reprodução da luta entre o bem e o mal -, o quanto é importante o
processo descrito no Livro dos Mortos.

Apenas os reis egípcios, pelo
menos durante o governo das primeiras dinastias, pareciam ter acesso
direto aos reinos de luz, simbolizados pelo sol, deus Rá, divindade de
suma importância no Egito, só suplantada por Osíris. Mas nem mesmo eles
poderiam entrar no reino sagrado sem passar por um julgamento, durante o
qual deveriam apresentar provas da justiça praticada sobre a terra.
Logo depois, a honra da sobrevivência pós-morte foi concedida também aos
trabalhadores mais importantes da corte; enfim, a imortalidade
tornou-se um dom inerente a todos, mas a presença no tribunal de Osíris
continuou sendo obrigatória para qualquer pessoa. Diante de Osíris, o
morto deve reproduzir um discurso conhecido como Confissão Negativa, no
qual ele nega ter cometido todos os males diante dos quais o Homem está
sujeito a sucumbir.È possível encontrar em algumas ilustrações do Livro
dos Mortos a imagem de Osíris em seu trono, tendo á sua frente o morto, o
qual dispõe seu coração sobre um dos pratos da balança da justiça,
enquanto no oposto, contrapondo o peso, encontra-se a Verdade. O fruto
desta avaliação do peso de um e de outra é revelado pelo deus Toth,
responsável por registrar esta análise. As almas mentirosas são punidas,
enquanto as verdadeiras são recompensadas com a permissão para adentrar
o reino sagrado.

É patente também neste Livro a crença dos egípcios
na imortalidade da alma e na fé em uma vida futura no mundo espiritual,
bem como na reencarnação, que propicia ao Homem renascer na Terra para a
aquisição de novos valores e para a obtenção de renovadas experiências.
Embora apresente noções espirituais bem avançadas para a época, esta
civilização antiga se encontra em estágios evolutivos limitados,
portanto suas concepções preservam um caráter ainda mitológico, do qual o
próprio Livro dos Mortos não escapa. A travessia de portas e de
passagens nele narradas representa os obstáculos que devem ser vencidos,
e denota a propriedade simbólica de sua linguagem. Pode-se afirmar,
portanto, que nele já está presente um conjunto de leis de ordem moral,
no qual estão prescritas atitudes que se devem assumir durante a vida e
após a morte, se realmente se deseja atingir um dia a santificação do
espírito.

Infância - Clarice Cohn e Mary Del Priori


A Carne e o Sangue - Mary del Priore

Programa
com a historiadora e escritora Mary del Priore sobre seu último livro
"A carne e o sangue", que traz novas informações sobre o conhecido
triângulo amoroso entre o Imperador brasileiro D. Pedro I, a Imperatriz
D. Leopoldina e D.Maria Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de
Santos.

O Casamento entre o Amor e o Sexo - Mary del Priore


Sexualidade e Erotismo na História do Brasil - Mary del Priore


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Construindo um Império: Rússia

Com o fim de erguer símbolos arquitetônicos e dominar a luta pelo
comércio formou-se um império que abrangeu a sexta parte da terra e
chegou a incluir quinze zonas horárias em sua extensão, além de
incorporar 160 grupos étnicos: a Rússia. Seus irrefreáveis governantes
adaptaram a tecnologia estrangeira para transformar um grupo de
principados em um grande poderio imperial cujas obras podem ser
apreciadas ainda hoje; e em Construindo um Império você poderá fazê-lo
em sua casa.

Construindo um Império: Da Vinci

Leonardo Da Vinci é um nome que nunca deixamos de escutar. A
transcendência deste homem renascentista não somente recai em suas
célebres pinturas, mas também em suas inovadoras idéias arquitetônicas.
Maravilhe-se com as invenções sem precedentes que formam o mundo de Da
Vinci, neste episódio de Construindo um Império.

Construindo um Império: Roma

Ambição, conquista, luxúria, homicídio e o poder de uma tecnologia sem
igual. Essas são as pedras fundamentais do império romano. As
construções colossais de Roma: estádios, palácios, estradas, aquedutos,
se espalharam por 3 continentes e revelaram o poder e a promessa da
civilização mais avançada do mundo.
Mas embora os romanos tenham
dominado a paisagem com enormes feitos de engenharia, eles foram
impotentes para evitar a própria auto-destruição.

Construindo um Império: Persas

O Império Persa é uma das civilizações mais misteriosas no mundo antigo.
A Pérsia transformou-se em um império sob o domínio do rei aqueménida,
Ciro o Grande, que criou uma política de tolerância religiosa e
cultural, que se transformou no selo distintivo da Pérsia

Construindo um Império: Grã Bretanha

Petter Weller é o encarregado de nos guiar em uma viagem através da
história de um dos impérios mais poderosos de todos os tempos: o império
britânico. Ao longo dos séculos seus governantes obtiveram conquistas
inigualáveis por meio de sua engenhosa tecnologia e engenharia,
transformando a nação em um titã industrial. Para demonstrá-lo,
apresentamos a primeira locomotiva do mundo, um extenso sistema de
desague, o palácio de Westminster e a mais poderosa frota naval que o
mundo conheceu antes da invenção do aeroplano.

Construindo um Império: Alexandre

Alexandre foi o mais célebre conquistador do mundo antigo. Em sua
juventude, teve como preceptor o filósofo Aristóteles. Tornou-se o rei
aos vinte anos, na sequência do assassinato do seu pai.
A sua
carreira é sobejamente conhecida: conquistou um império que ia dos
Balcãs à Índia, incluindo também o Egito e a Báctria (aproximadamente o
atual Afeganistão). Este império era o maior e mais rico que já havia
existido. Existem várias razões para esses grandes êxitos militares, um
deles é que Alexandre era um general de extraordinária habilidade e
sagacidade, talvez o melhor de todos os tempos, pois ele nunca perdeu
nenhuma batalha e a expansão territorial que ele proporcionou é uma das
maiores da história, a maior expansão territorial em um período bem
curto de tempo. Além disso era um homem de muita coragem pessoal e de
reconhecida sorte.

Construindo um Império: Bizâncio

O império bizantino governou o mundo ocidental durante mil anos e
brilhou entre as penumbras das Eras Obscuras. Você se deslumbrará com
suas grandes obras de arte e suas estruturas inusitadas e gigantescas,
entre as quais destacam-se: o maior aqueduto da antiguidade, muralhas
para proteger a cidade, um enorme estádio e uma importante catedral.
Impressione-se com a grandiosidade de uma cidade que foi capital de
múltiplos impérios

Construindo um Império: Cartago

Durante 600 anos, existiu um império que se apoderou do Mediterrâneo e
constituiu um dos poderios mais lendários do Mundo Antigo: Cartago. Suas
construções sobreviveram à passagem de eras e homens. Descubra-as!

Construindo um Império: China

Os grandes impérios foram erguidos e tiveram sua queda; mas há um que
conseguiu se manter como um potência mundial de maneira invariável: a
China. Este mítico gigante do distante Oriente construiu imensos canais
de irrigação, desenvolveu uma frota naval superior a todos os poderes de
conquista da Europa e criou um monumento sem igual em todo o mundo: A
Grande Muralha da China, com mais de 6.000 quilômetros de extensão.
Saiba como se desenvolveu este império através dos séculos e como seu
poder foi se debilitando pela vaidade e cobiça da realeza.

Construindo um Império: Grécia

Depois da construção do Parthenon, no século V, a Grécia antiga alcançou
seu maior esplendor. Tinha avançado em direção à democracia e alcançado
os maiores índices culturais e artísticos do mundo na sua época. Mas a
possibilidade de expansão da Grécia até o momento havia sido limitada
por guerras civis. Seria necessária a vontade e a visão de um homem,
Alexandre Magno, para expandir os limites do império até a Pérsia e
Egito.

Construindo um Império: Os Maias

O império maia guarda grandes mistérios que serão revelados neste
episódio. Entre os anos 250 e 900 DC construíram altas pirâmides e
palácios para honrar a seus deuses, sem a ajuda de metal, animais de
carga e nem sequer da roda. Una-se a esta grande aventura da engenharia
para conhecer o segredo de um dos impérios mais poderosos da América
Central.

Construindo um Império: Os Astecas


Construindo um Império: Egito


300 - A Verdadeira Historia de Esparta

Documentário sobre a batalha final dos 300 espartanos contra o exercito
persa. Apesar dos espartanos perderem essa batalha heroica de poucos
contra muitos(cerca de 1000 contra 300.000), marcou o inicio do
nascimento do império grego, que antes eram nada mais do que cidades
estados que brigavam entre si, unificado após com Filipe e depois com
seu filho, o famoso, Alexandre, o Grande que desbancou de vez o império
persa e deixou o legado do sistema democrático de governo dos dias
atuais.

O Dia do Julgamento em Maratona - Batalhas A.C

A batalha de Maratona ocorreu durante a Primeira Guerra Médica, em
setembro de 490 a.C., numa planície a leste de Atenas. Milcíades,
avisado do desembarque persa, incumbiu os atenienses a fazerem frente.
Enviaram Fidípides a Esparta para solicitar ajuda, correndo 220
quilômetros em menos de um dia a pé. Os espartanos prometeram enviar
ajuda, mas argumentaram que, por razões religiosas (já que se
encontravam no nono dia do mês lunar), não poderiam fazê-lo antes de
seis dias. Milcíades não podia esperar tanto tempo, e se lançou ao
ataque contra os persas com os efetivos que dispunha.

Aníbal, O Aniquilador - Batalhas A.C

Superando com acréscimos os mais extraordinários relatos de ficção
épica, Aníbal, de Cartago, que jurou com sangue a seu pai que apagaria
da face da terra o império romano, executou uma proeza impensável:
conduzir uma tropa de 40 elefantes de guerra ao longo dos Alpes para
confundir o inimigo com o elemento surpresa. Combinando seu lendário
senso de intimidação e sua cruel vontade de ferro, ele acabou com a vida
de cada soldado inimigo que ousou atravessar seu caminho.

A arte da guerra por Sun Tzu

Escrito no séc. IV a.C., há cerca de 2.500 anos, por Sun Tzu, um general
e estratega chinês, o livro "Arte da Guerra" continua ainda hoje a ser
admirado como fonte de ensinamentos na área da estratégia. De facto,
muitos consideram "A Arte da Guerra" como a origem do próprio conceito
de estratégia. Apesar de ser um tratado puramente militar, os conselhos e
ensinamentos de Sun Tzu são perfeitamente adaptáveis ao mundo das
empresas e dos negócios; basta para isso olhar para a concorrência como o
inimigo e para o mercado como o campo de batalha.

Mundos Perdidos: Os Hititas e Herodes o Grande

Os hititas eram um povo indo-europeu que, no II milénio a.C., fundou um
poderoso império na Anatólia central (atual Turquia), cuja queda data
dos séculos XIII-XII a.C. Em sua extensão máxima, o Império Hitita
compreendia a Anatólia, atualmente parte da Turquia, Líbano e Síria.

Mundos Perdidos: O Império de Herodes o Grande

Herodes (em hebraico: הוֹרְדוֹס, transl. Hordos; em grego: Ἡρῴδης,
Hērōidēs), também conhecido como Herodes I ou Herodes, o Grande (ca. 73
a.C. — Jericó, 4 a.C. ou 1 a.C, foi um edomita judeu romano, rei cliente
de Israel entre 37 a.C. e 4 a.C.. Descrito como "um louco que
assassinou sua própria família e inúmeros rabinos", Herodes é conhecido
por seus colossais projetos de construção em Jerusalém e outras partes
do mundo antigo, em especial a reconstrução que patrocinou do Segundo
Templo, naquela cidade, por vezes chamado de Templo de Herodes. Alguns
detalhes de sua biografia são conhecidos pelas obras do historiador
romano-judaico Flávio Josefo.

Seu filho, Herodes Arquelau,
tornou-se etnarca da Samaria, Judeia e Edom de 4 a 6 d.C., e foi
considerado incompetente pelo imperador romano Augusto, que tornou o
outro filho de Herodes, Herodes Antipas, soberano da Galileia (de 6 a 39
d.C.).

Mundos Perdidos: Palenque, a grande Metrópole dos Maias

Nas florestas do México, encontra-se uma das mais belas cidades perdidas
do novo mundo. Construida a 1.500 anos pela civilização dos maias,
Palenque floresceu durante séculos antes de ser misteriosamente
abandonada por seu povo. Agora, utilizando avançada tecnologia, uma
equipe de cientistas, engenheiros e arqueólogos, vem descobrindo como
suas incríveis estruturas eram construídas, para que eram usadas e como
era a cidade em seu auge. A missão da equipe é desvendar o código
secreto do passado e dar vida ao incrível mundo perdido dos maias. O que
o misterioso alinhamento solar deste templo significa? Será que uma
fórmula antiga, conhecida como geometria sagrada, está na base das
grandiosas construções da cidade? E que técnicas secretas de construção
mantiveram oculto e intacto o túmulo do maior governante da cidade por
1.500 anos? Junte-se a esta equipe, que embarca no maior projeto de
mapeamento já empreendido no mundo perdido dos maias, e admire a cidade
de Palenque, revelada em todo seu esplendor.

Mundos Perdidos: Os Vikings

Sinopse: No final do século VIII, uma onda de violência aterrorizou os
moradores da costa norte da Europa. Ataques Vikings. Eles saqueavam e
matavam e a cada ataque os rumores aumentavam. Foi como se as portas do
Inferno tivessem sido abertas. Seus líderes foram lendas vivas, homens
cuja fama vieram da brutalidade. Vamos revelar o modo em que viveram.
Uma cultura muito violenta, porém, avançada. Vamos reconstruir a
fortaleza de Harold, o dente azul, o primeiro rei dos Vikings.
Encontraremos sinais ocultos de uma cidade guerreira sob ruas modernas e
vamos examinar a tecnologia que deu uma enorme vantagem aos Vikings.

Mundos Perdidos: A potencia Nazista - Projetos de Hitler

Sinopse: Nos arredores de Berlim estão vestígios do supercidade que
Adolf Hitler havia planejado, ainda permanecem Esquecidos e abandonados,
eles são o que resta de sua tentativa de construir uma capital do mundo
novo. Hitler pode ter sido responsável por mais morte e destruição que
qualquer indivíduo na história, mas ele não só quer destruir, ele queria
construir, remodelar o seu país de acordo com sua própria visão. E esta
nova cidade seria showpiece do projeto. Hitler pretendia criar
edifícios maiores e melhores do que qualquer coisa que tinha ido antes.
Uma sala abobadada tão grande que a Torre Eiffel pode ser montado dentro
dele. Um estádio que iria realizar 400 mil pessoas. Mas o seu sonho
nunca foi plenamente realizado e com ele morreu no final da Segunda
Guerra Mundial. Somente agora, após seis décadas de pesquisas e
utilização de tecnologia de computador nova gráfica é possível recriar a
cidade que Hitler tinha a intenção de seu povo. Este é o mundo perdido
de Hitler.

Mundos Perdidos: Superpotência da URSS - Projetos de Stalin

Josef Stalin idealizou grandes projetos arquitetônicos, em uma escala
inimaginável, transformou um país atrasado e agrário em uma
superpotência industrial.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

História do Brasil Colonial I - Pgm 29 - O debate historiográfico

História do Brasil Colonial I - Pgm 29 - O debate historiográfico em torno do Antigo Sistema Colonial - Parte 2

A
partir da leitura de trechos de obras clássicas de Fernando Novais e
Caio Prado Júnior sobre a colonização portuguesa na América, e críticas
historiográficas de autores como Ciro Cardoso, João Fragoso e Manolo
Florentino, o professor João Paulo Garrido Pimenta apresenta uma
proposta interpretativa para o modelo do Antigo Sistema Colonial.

Texto: FLAMARION CARDOSO, Ciro. As concepções acerca do ?sistema econômico mundial? e do
?antigo sistema colonial?: a preocupação obsessiva com a ?extração do
excedente?. José Roberto do A. Lapa (org.). Modos de Produção e
Realidade Brasileira. Petrópolis. Vozes, 1980.

História do Brasil Colonial I - pgm 28 - O debate historiográfico

História do Brasil Colonial I - pgm 28 - O debate historiográfico em torno do Antigo Sistema Colonial - Parte 1

Esta
aula analisa as propostas historiográficas de Caio Prado Júnior, Celso
Furtado e Fernando Novais em torno da história da colonização portuguesa
da América, bem como as críticas a elas dirigidas por autores como Ciro
Cardoso, João Fragoso e Manolo Florentino.

História do Brasil Colonial I - Pgm 27 - Os holandeses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 27 - Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII - Parte 3

Na
terceira parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta destaca a
liberdade religiosa existente no Brasil holandês, principalmente em
relação ao judaísmo. A associação aos judeus tinha como finalidade
prática a captação de recursos para a reconstrução de Pernambuco,
empréstimos para a construção de engenhos, e a criação de um ambiente
econômico favorável ao governo holandês no Brasil.

Texto: MELLO,
Evaldo Cabral de. Capítulo I: A empresa da terra e a vitória do mar;
Capítulo II: Produção, comércio e navegação (1630-1636). Olinda
Restaurada. Guerra e Açúcar no Nordeste, 1630-1654. Rio de Janeiro.
Forense Universitária/Edusp, 1975.

História do Brasil Colonial I - Pgm 26 - Os holandeses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 26 - Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII - Parte 2

Na
segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta projeta
imagens das obras de pintores holandeses do século XVII como Rembrandt,
Vermeer, Albert Eckhout, Frans Post. Ele analisa paisagens e a
representação pictórica de personagens, nativos e europeus, durante o
período marcado pela presença dos colonizadores holandeses no Brasil,
tais como eram imaginados. Destaca a importância da Batalha de
Guararapes para a reconquista do Brasil pelos portugueses, que culminou
com a expulsão dos holandeses do Nordeste.

Texto: MELLO,
Evaldo Cabral de. Capítulo I: A empresa da terra e a vitória do mar;
Capítulo II: Produção, comércio e navegação (1630-1636). Olinda
Restaurada. Guerra e Açúcar no Nordeste, 1630-1654. Rio de Janeiro.
Forense Universitária/Edusp, 1975.

História do Brasil Colonial I - Pgm 25 - Os holandeses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 25 - Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII - Parte 1

A
história da presença holandesa na América do século XVII, sob o comando
de Maurício de Nassau, inserida no processo mais amplo de constituição e
desenvolvimento do império colonial holandês, de grande impacto no
cenário mundial da época.
Texto: MELLO, Evaldo Cabral de. Capítulo
I: A empresa da terra e a vitória do mar; Capítulo II: Produção,
comércio e navegação (1630-1636). Olinda Restaurada. Guerra e Açúcar no
Nordeste, 1630-1654. Rio de Janeiro. Forense Universitária/Edusp, 1975.

História do Brasil Colonial I - Pgm 24 - Religião e Colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 24 - Religião e Colonização - Parte 3

Na
terceira e última parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta
faz uma reflexão sobre os mecanismos de controle que mantinham as
estruturas da sociedade colonial estáveis durante sua formação no século
16, apesar dos conflitos. Destaca ainda o papel das Missões no processo
de doutrinação dos nativos, e na defesa do território colonial.
Texto: BOXER,
Charles. Capítulo X: O Padroado da Coroa e as Missões católicas. O
império marítimo português (1415-1825). Ed. Revista, Lisboa, Edições 70,
2001.

História do Brasil Colonial I - Pgm 23 - Religião e Colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 23 - Religião e Colonização - Parte 2

Na
segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta fala
sobre a presença das ordens religiosas e do Padroado da Coroa no
ambiente colonial do século 16, que tinha como objetivo promover a
expansão católica da fé como parte do próprio empreendimento colonial.
Texto: BOXER,
Charles. Capítulo X: O Padroado da Coroa e as Missões católicas. O
império marítimo português (1415-1825). Ed. Revista, Lisboa, Edições 70,
2001.

História do Brasil Colonial I - Pgm 22 - Religião e Colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 22 - Religião e Colonização - Parte 1

Religiosidades
indígenas, africanas e europeias coexistiram e interagiram na história
da América portuguesa. Nesta aula, são abordados o encontro e as
diferenciações dessas religiosidades, com ênfase nos momentos iniciais
do processo de colonização.
Texto: BOXER, Charles. Capítulo X: O
Padroado da Coroa e as Missões católicas. O império marítimo português
(1415-1825). Ed. Revista, Lisboa, Edições 70, 2001.

História do Brasil Colonial I - Pgm 21 - Trabalho indígena e trabalho af...

História do Brasil Colonial I - Pgm 21 - Trabalho indígena e trabalho africano: a formação de uma sociedade escravista - Parte 3

Segundo
o historiador Fernando Novais, o tráfico negreiro não é consequência da
escravidão, mas sua causa, e o que explica a adoção da mão-de-obra de
origem africana para a realização do trabalho braçal na América
portuguesa é a alta lucratividade gerada com o comércio dos escravos
para o enriquecimento das metrópoles. Na terceira e última parte da
aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta apresenta a tese de Novais e
analisa um gráfico com a escala da escravidão atlântica nos principais
centros consumidores da mão-de-obra africana no mundo.
Texto: ALENCASTRO,
Luiz Felipe de. Capítulo V: A evangelização numa só colônia. O Tratado
dos Viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul, séculos XVI ? XVII.
São Paulo, Companhia das Letras, 2000.

História do Brasil Colonial I - Pgm 20 - Trabalho indígena e trabalho af...

História do Brasil Colonial I - Pgm 20 - Trabalho indígena e trabalho africano: a formação de uma sociedade escravista - Parte 2

Na
segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta faz a
leitura de trechos da obra dos historiadores Gilberto Freyre
(Casa-Grande & Senzala) e Charles Boxer (O império marítimo
português). Ele analisa o ponto de vista dos autores sobre a escravidão
africana na América portuguesa.
Texto: ALENCASTRO, Luiz Felipe
de. Capítulo V: A evangelização numa só colônia. O Tratado dos Viventes:
formação do Brasil no Atlântico Sul, séculos XVI ? XVII. São Paulo,
Companhia das Letras, 2000.

História do Brasil Colonial I - Pgm 19 - Trabalho indígena e trabalho...

História do Brasil Colonial I - Pgm 19 - Trabalho indígena e trabalho africano: a formação de uma sociedade escravista - Parte 1

O
foco desta aula são as relações socioeconômicas centradas no emprego de
mão-de-obra na América portuguesa. A escravidão, o tráfico negreiro e a
formação de uma sociedade de tipo escravista são temas colocados em
perspectiva de simultaneidade com outras formas de trabalho existentes
na colônia.
Texto: ALENCASTRO, Luiz Felipe de. Capítulo V: A
evangelização numa só colônia. O Tratado dos Viventes: formação do
Brasil no Atlântico Sul, séculos XVI - XVII. São Paulo, Companhia das
Letras, 2000.

História do Brasil Colonial I - Pgm 18 - Economia e sociedade do açúcar

História do Brasil Colonial I - Pgm 18 - Economia e sociedade do açúcar - Parte 3

Na
terceira e última parte da aula, um panorama da produção atlântica do
açúcar e dos experimentos com a cultura do açúcar pelo mundo. O
professor João Paulo Garrido Pimenta explica as etapas de produção, do
cultivo da cana até a obtenção do açúcar, a utilização de mão-de-obra
livre e escrava dentro da vasta gama de tipos de trabalho e hierarquias
sociais presentes na sociedade colonial da cultura açucareira.
Texto: SCHWARTZ,
Stuart. Capítulo I: A grande lavoura açucareira: do Velho ao Novo
Mundo. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial,
1550-1835. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

História do Brasil Colonial I - Pgm 17 - Economia e sociedade do açúcar

História do Brasil Colonial I - Pgm 17 - Economia e sociedade do açúcar - Parte 2

Na
segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta fala
sobre a economia do açúcar no Recôncavo baiano. Destaque para o impacto
da mineração na tendência de aumento do preço do açúcar branco nos
engenhos da Bahia, responsável também pela diminuição nos intervalos
entre as altas e baixas no valor de mercado do produto.
Texto: SCHWARTZ,
Stuart. Capítulo I: A grande lavoura açucareira: do Velho ao Novo
Mundo. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial,
1550-1835. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

História do Brasil Colonial I - Pgm 16 - Economia e sociedade do açúcar

História do Brasil Colonial I - Pgm 16 - Economia e sociedade do açúcar - Parte 1

Nesta
aula, é analisada a articulação entre cultura açucareira e a
consolidação da colonização portuguesa da América na segunda metade do
século XVI, na qual se destaca também o fato da produção de açúcar ser
um elemento constante de toda a história da América, e não apenas de
seus momentos iniciais.
Texto:
SCHWARTZ, Stuart. Capítulo I: A
grande lavoura açucareira: do Velho ao Novo Mundo. Segredos internos:
engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo,
Companhia das Letras, 1988.

História do Brasil Colonial I - Pgm 15 - O imaginário da colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 15 - O imaginário da colonização - Parte 3

Na
terceira e última parte desta aula, o professor João Paulo Garrido
Pimenta observa e analisa ilustrações e obras de artistas que retrataram
o imaginário europeu acerca do Novo Mundo.

Texto: HOLANDA,
Sérgio Buarque de. Capítulo VIII: Visão do paraíso. Visão do Paraíso. Os
motivos Edênicos no Descobrimento e Colonização do Brasil. São Paulo,
Brasiliense, 1992.

História do Brasil Colonial I - Pgm 14 - O imaginário da colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 14 - O imaginário da colonização - Parte 2

Para
uma Europa abalada por suas crises de subsistência, o mito do paraíso
místico e transcendente numa terra caracterizada pela exuberante
paisagem, riquezas abundantes e climas favoráveis cria no imaginário dos
colonizadores o cenário ideal de lugar que gostariam de encontrar.

Texto: HOLANDA,
Sérgio Buarque de. Capítulo VIII: Visão do paraíso. Visão do Paraíso.
Os motivos Edênicos no Descobrimento e Colonização do Brasil. São Paulo,
Brasiliense, 1992.

História do Brasil Colonial I - Pgm 13 - O imaginário da colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 13 - O imaginário da colonização - Parte 1

Os
modos pelos quais os europeus viam o que para eles eram terras novas e
desconhecidas propiciam uma observação de formas de pensar e viver o
mundo que constituem um dos elementos mais importantes da expansão
imperial europeia portuguesa.

Texto: HOLANDA, Sérgio Buarque
de. Capítulo VIII: Visão do paraíso. Visão do Paraíso. Os motivos
Edênicos no Descobrimento e Colonização do Brasil. São Paulo,
Brasiliense, 1992.

História do Brasil Colonial I - Pgm 13 - O imaginário da colonização

História do Brasil Colonial I - Pgm 13 - O imaginário da colonização - Parte 1

Os
modos pelos quais os europeus viam o que para eles eram terras novas e
desconhecidas propiciam uma observação de formas de pensar e viver o
mundo que constituem um dos elementos mais importantes da expansão
imperial europeia portuguesa.

Texto: HOLANDA, Sérgio Buarque
de. Capítulo VIII: Visão do paraíso. Visão do Paraíso. Os motivos
Edênicos no Descobrimento e Colonização do Brasil. São Paulo,
Brasiliense, 1992.

História do Brasil Colonial I - Pgm 12 - Os franceses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 12 - Os franceses na América e a competição mundial do século XVI - Parte 3

Na
terceira e última parte desta aula, o professor João Paulo Garrido
Pimenta destaca a complexidade dos aspectos econômicos e culturais da
expansão ultramarina europeia, resultantes do encontro entre franceses,
portugueses, espanhóis e holandeses num mundo desconhecido como era a
América no século 16.

Texto: BOXER, Charles. Capítulo IV: Os
escravos e o açúcar no Atlântico Sul (1500-1600). O império marítimo
português (1415-1825). Lisboa, Edições 70, 2001.

História do Brasil Colonial I - Pgm 11 - Os franceses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 11 - Os franceses na América e a competição mundial do século XVI - Parte 2

A
história que envolve a expansão do 1º império colonial francês na
América tem como ponto de partida mais importante a colonização do
Canadá no século 17. Nesta segunda parte da aula, o professor João Paulo
Garrido Pimenta também aborda a diferença entre católicos e
protestantes diante do sacramento e da manipulação mágica do mundo
dentro do contexto físico-social da América do Sul no século 16, com a
presença das populações nativas.

Texto: BOXER, Charles.
Capítulo IV: Os escravos e o açúcar no Atlântico Sul (1500-1600). O
império marítimo português (1415-1825). Lisboa, Edições 70, 2001.

História do Brasil Colonial I - Pgm 10 - Os franceses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 10 - Os franceses na América e a competição mundial do século XVI - Parte 1

Tradicionalmente
centrada em Portugal e nos portugueses, a história da colonização
europeia da América é aqui observada do ponto de vista francês, de
ensaio e montagem de um império colonial que não só competiria
diretamente com o português, mas que também estabeleceria suas próprias
formas de desenvolvimento.
Texto:
BOXER, Charles. Capítulo IV: Os
escravos e o açúcar no Atlântico Sul (1500-1600). O império marítimo
português (1415-1825). Lisboa, Edições 70, 2001.

História do Brasil Colonial I - Pgm 9 - Os portugueses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 9 - Os portugueses na América: feitorias e capitanias hereditárias - Parte 3

Na
terceira parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta analisa a
ocupação europeia no território brasileiro a partir do Tratado de
Tordesilhas e da divisão das capitanias hereditárias entre espanhóis e
portugueses. Também destaca a importância do sistema das capitanias como
um regime de relações senhoriais e parte de um processo de formação do
capitalismo em escala mundial.

Texto: Alexander Marchant ?
Capítulo I: Introdução; Capítulo II: Traficantes de pau-brasil e
guarda-costas. Do escambo à escravidão. As relações econômicas de
portugueses e índios na colonização do Brasil, 1500-1580. (1ª ed: 1942).
São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1980.

História do Brasil Colonial I - Pgm 8 - Os portugueses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 8 - Os portugueses na América: feitorias e capitanias hereditárias - Parte 2

Na
segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta fala
sobre a participação francesa no empreendedorismo das navegações
exploratórias no período do descobrimento e sobre o sistema das
capitanias hereditárias.

Texto: Alexander Marchant - Capítulo
I: Introdução; Capítulo II: Traficantes de pau-brasil e guarda-costas.
Do escambo à escravidão. As relações econômicas de portugueses e índios
na colonização do Brasil, 1500-1580. (1ª ed: 1942). São Paulo, Companhia
Editora Nacional, 1980.

História do Brasil Colonial I - Pgm 7 - Os portugueses na América

História do Brasil Colonial I - Pgm 7 - Os portugueses na América: feitorias e capitanias - parte 1

Os
anos iniciais de presença europeia na América do Sul são abordados por
meio da observação das primeiras formas econômicas e políticas de
exploração da terra.
Texto: Alexander Marchant ? Capítulo I:
Introdução ; Capítulo II: Traficantes de pau-brasil e guarda-costas. Do
escambo à escravidão. As relações econômicas de portugueses e índios na
colonização do Brasil, 1500-1580. (1ª ed: 1942). São Paulo, Companhia
Editora Nacional, 1980.

História do Brasil Colonial I - Pgm 6 - A expansão comercial europeia

História do Brasil Colonial I - Pgm 6 - A expansão comercial europeia e o continente americano - Parte 3

Acaso
ou intenção? Na última parte da aula, o professor Garrido analisa as
rotas de navegação portuguesas e fala sobre a polêmica do acaso ou da
intenção da descoberta do Brasil a partir da observação de mapas.
Textos: Vitorino Magalhães Godinho - "Introdução". Os descobrimentos e a Economia Mundial. Lisboa, Presença, 1981-1983, 4v.
Immauel
Wallerstein - "Introdução" & Capítulo I. El moderno sistema mundial
I. La agricultura capitalista y los origenes de la economia-mundo
europea en el siglo XVI. (1ª ed: 1974) México, Siglo XXI, 1984.

História do Brasil Colonial I - Pgm 5 - A expansão comercial europeia

História do Brasil Colonial I - Pgm 5 - A expansão comercial europeia e o continente americano - Parte 2

Nesta
segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta explica
os fatores fundamentais para entender a configuração do movimento
expansionista nos séculos XV e XVI: a centralização das monarquias
europeias, o mercantilismo e o crescimento da população europeia.
Textos:
Vitorino Magalhães Godinho ? ?Introdução?. Os descobrimentos e a Economia Mundial. Lisboa, Presença, 1981-1983, 4v.
Immauel
Wallerstein ? ?Introdução? & Capítulo I. El moderno sistema mundial
I. La agricultura capitalista y los origenes de la economia-mundo
europea en el siglo XVI. (1ª ed: 1974) México, Siglo XXI, 1984.

História do Brasil Colonial I - Pgm 4 - A expansão comercial europeia

História do Brasil Colonial I - Pgm 4 - A expansão comercial europeia e o continente americano - Parte 1
O
foco desta aula é o processo de expansão material e cultural da chamada
economia-mundo europeia nos séculos XV e XVI, destacando os papéis
específicos nele desempenhados por Portugal e pelo continente americano.

Textos: Vitorino Magalhães Godinho ? ?Introdução?. Os descobrimentos e a Economia Mundial. Lisboa, Presença, 1981-1983, 4v.
Immauel
Wallerstein ? ?Introdução? & Capítulo I. El moderno sistema mundial
I. La agricultura capitalista y los origenes de la economia-mundo
europea en el siglo XVI. (1ª ed: 1974) México, Siglo XXI, 1984.

História do Brasil Colonial I - Pgm 3 - América indígena


Na terceira e última parte desta aula, o professor João Paulo
Garrido Pimenta trata de questões relativas à história das populações
nativas da América à época da chegada ao continente dos primeiros
europeus. Ele fala sobre a importância da interdisciplinaridade e das
formas de conhecimento de determinados problemas relativos à história
como pretexto para discutir questões mais amplas na formação de um
historiador, inclusive para compreender o contato entre os colonizadores
e as populações indígenas.
Textos:
Manuela Carneiro da Cunha (org) ? ?Introdução?. História dos índios no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
A.Vespúcio.
Mundos Novus (1503). Extraído de Darcy Ribeiro e Carlos de Araújo
Moreira Neto. A fundação do Brasil: testemunhos 1500-1700. Vozes, 1992,
p.101-106.

História do Brasil Colonial I - Pgm 2 - América indígena

Nesta segunda parte da aula, o professor João Paulo Garrido Pimenta
aborda questões relativas à história das populações nativas da América a
partir do encontro com os colonizadores europeus. Ele destaca a divisão
dicotômica e a simplificação etnocêntrica dos habitantes do Novo Mundo
sob o ponto de vista do europeu, assim como a limitação da escolha de
determinados pontos de vista ao analisar o encontro com a população
indígena.
Textos: Manuela Carneiro da Cunha (org) ? ?Introdução?. História dos índios no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
A.
Vespúcio. Mundos Novus (1503). Extraído de Darcy Ribeiro e Carlos de
Araújo Moreira Neto. A fundação do Brasil: testemunhos 1500-1700. Vozes,
1992, p.101-106.

História do Brasil Colonial I - Pgm 1 - América indígena - parte 1

Esta aula apresenta e discute questões relativas à história das
populações nativas da América, à época da chegada ao continente dos
primeiros europeus, bem como as implicações dessa história em termos do
estabelecimento de relações recíprocas, hierárquicas e conflituosas
entre as culturas ameríndias e a europeia ao longo dos séculos.
Textos: Manuela Carneiro da Cunha (org) Introdução. História dos índios no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
A.
Vespúcio. Mundos Novus (1503). Extraído de Darcy Ribeiro e Carlos de
Araújo Moreira Neto. A fundação do Brasil: testemunhos 1500-1700. Vozes,
1992, p.101-106.


Da Servidão Moderna

A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos
de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é
distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na
América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o
documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas
versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de
imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de
documentários. O objetivo principal deste filme é de por em dia a
condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de
evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição
subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de atacar de frente a
organização dominante do mundo.


Prisioneiros do Holocausto


Segundos Fatais - Pearl Harbor



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Os aliados da Alemanha na guerra


O Holocausto, a sua origem, como foi planejado e como foi executado?


Os planadores na Segunda Guerra Mundial


Fusca, o carro de Hitler


Por que os alemães usavam caveiras nos seus uniformes?


O racismo e a sua relação com a guerra


Os cavalos na Segunda Guerra Mundial


Quanto custou e quem financiou a guerra?

Quantos aviões foram produzidos durante a guerra?


A espada japonesa durante a guerra


O que comiam os soldados na guerra?


O Natal na Segunda Guerra Mundial


Wehrmacht, as forças armadas alemãs


Os ataques japoneses em Dezembro de 1941


Como era composta uma Divisão Panzer?


A resistência na Segunda Guerra Mundial


Render-se? Jamais!


A logística na Segunda Guerra Mundial


Por que os aliados não declararam guerra à Stalin em Setembro de 1939?

Os primeiros 5 dias da Segunda Guerra Mundial


A invasão alemã da Polônia


Eixo vs Aliados - Quem eram e onde combateram?


Zimmerit - O que é isso?


Segunda Guerra Mundial - Como tudo começou?


9 de Agosto de 1945 - O bombardeio atômico de Nagasaki


Por que os EUA lançaram as bombas atômicas sobre o Japão?


Havia alguma alternativa para o lançamento das bombas atômicas?


6 de Agosto de 1945 - Bombardeio atômico de Hiroshima


Como comparar os blindados da Segunda Guerra Mundial?


A bomba atômica de Hitler


A França poderia ter continuado na guerra?


A Batalha da Inglaterra


A Hugo Boss desenhou os uniformes da Alemanha Nazista?


Por que as forças do Eixo não se coordenaram melhor na guerra?


Por que a Alemanha não invadiu o Reino Unido?


Por que Portugal e Espanha não entraram na guerra?


Por que a Suíça não foi invadida durante a Segunda Guerra Mundial?


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Decifrando o Passado - Outros Nostradamus



Comenta-se que previram as duas guerras mundiais, catástrofes
naturais, a ascenção e queda de impérios e o fim do mundo. Desde os
maias, o lengendário Nostradamus e os visionários modernos, vamos
conhecer profetas e videntes do passado e do presente. Vamos descobrir
as profecias mais horripilantes - "Épocas de horríveis cataclismos,
morte e devastação". Conheceremos um homem que superou todos. - "Edgar
Cayce fez previsões... além do que podemos imaginar" - "Ele lia o corpo
como se fosse um aparelho de raio-x" - "Edgar Cayce foi o vidente mais
talentoso do século XX".

Decifrando o Passado - Ressurreição


O mistério que envolve a ressurreição de Cristo é até hoje um tema de
grande discussão. Teria Jesus morrido mesmo? Será que Cristo apenas
desmaiou e acordou em seguida? Quais são as respostas para estas
perguntas e para tantas outras? Percorra os caminhos do martírio de
Cristo e conheça as construções em sua homenagem.

Decifrando o Passado - Templários e o Templo de Salomao


Decifrando o Passado - As Profecias do Iraque


Os Segredos do Alcorão - Decifrando o Passado



O Alcorão, um dos livros mais influentes de todos os tempos, um texto
sagrado pelo qual vivem mais de um bilhão de pessoas. "É um livro de
regras sobre como agir na vida." Todavia contém muitos mistérios. "Ele
inclui muitos significados, temos claramente textos em que Deus fala de
paz e compaixão, mas também temos textos que tratam de violência e
guerra." Das origens místicas do Alcorão no deserto até seus horrendos
alertas sobre justiça e vingança. O que há no cerne dessa escritura
sagrada? Quais são os segredos do Alcorão?

Calígula: o Imperador maluco no poder de Roma, 1.400 dias de Terror

A história não foi complacente com Calígula, o detentor de um reinado
tão curto quanto violento no primeiro século de nossa era, em Roma. Ele
permaneceu no poder de março de 37 até seu assassinato, em janeiro de
41. Foi o terceiro imperador romano, membro da dinastia júlio-claudiana,
iniciada por Augusto.

A reputação de louco feroz, capaz de
incríveis crueldades, foi construída ao longo de apenas quatro anos de
poder, um período curto demais para fama tão arraigada, mas nada indica
que ele fosse diferente do que ainda hoje se diz do personagem. O
próprio nome Calígula tornou-se sinônimo de atrocidade.

Cabe,
contudo, buscar a fonte primordial: a obra A vida dos doze césares, do
escritor e historiador Caio Suetônio (69-c.141), que não foi
contemporâneo de Calígula, mas ótimo observador dos costumes romanos.
Outros historiadores, como Filo (30-50 d.C.), Josefo (37-92 d.C.) e Dião
Cássio (data imprecisa do século II), também citaram o imperador em
suas obras. Especificamente no caso de Calígula, Suetônio é de longe o
mais influente entre os quatro, mesmo que se apontem frequentemente
imperfeições em sua obra.

Para conhecer o monstro da antiga Roma,
parece uma boa opção desistir de buscar refúgio atrás das crises de
epilepsia de Calígula e de algumas insanidades a ele atribuídas. Doenças
física e mental explicam uma parte, talvez pequena, da biografia. A
outra parte passa necessariamente por sua origem familiar, o ambiente
depravado no qual cresceu e, sobretudo, o estado das instituições do
Império.

Até porque na Antiguidade a epilepsia simplesmente não
era compreendida como hoje. Era um estigma na vida do paciente e uma
mancha em sua biografia. Foi preciso que nascessem homens como os
escritores Fiodor Dostoievski e Gustave Flaubert ou um teórico e
político como Vladimir Lenin, todos epiléticos, para que o mundo
passasse a ver a doença de outra forma. A percepção de que doença e
crueldade não caminham juntas certamente nem passava pela cabeça dos
historiadores antigos.

Quem foi Saladino - Guerreiro Muçulmano que salvou Jerusalém e derrotou ...